sexta-feira, 26 de junho de 2009

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

O GLOBO
DENÚNCIA SOBRE NETO AUMENTA PRESSÃO PELA SAÍDA DE SARNEY

Presidente do Senado se diz vítima de 'campanha midiática' por apoiar Lula. A situação do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), se agravou ainda mais depois de nova denúncia de irregularidades envolvendo outro de seus netos, agora com o negócio de crédito consignado na Casa. José Adriano Cordeiro Sarney recebeu, em 2007, autorização de seis bancos para intermediar empréstimos com desconto em folha para servidores do Senado e outros órgãos federais. Acuado, Sarney, o avô, não foi ao Congresso. De casa, divulgou nota afirmando que é alvo de “campanha midiática” por apoiar o governo Lula. A suspeita reacendeu o movimento para que o presidente do Senado deixe o cargo. Sarney está nas mãos do DEM, que, até agora, lhe garante maioria na Casa, mas pode mudar de lado. Da tribuna da Câmara, o deputado Sarney Filho (PV-MA), pai de José Adriano, defendeu o pai e o filho, e disse que não houve tráfico de influência. (págs. 1 e 3 a 8)

Músico sofreu parada cardíaca em casa, nos EUA; seu álbum 'Thriller', de 1982, é o mais vendido da história. O cantor Michael Jackson, 50, morreu após sofrer parada cardíaca na sua casa em Los Angeles (EUA). O anúncio da morte foi feito às 14h26 locais (18h26 de Brasília) pelo Centro Médico da Universidade da Califórnia, para onde ele foi levado, em coma profundo, depois de ser encontrado por paramédicos dos bombeiros sem sinais de pulso ou respiração. Até a conclusão desta edição, as causas estavam sendo investigadas. Brian Oxman, advogado ligado aos Jacksons, disse que o músico tinha problemas com uso excessivo de remédios vendidos sob receita médica. (págs. 1 e Especial)
O ESTADO DE S. PAULO
SENADORES PRESSIONAM PELA RENÚNCIA DE SARNEY

Pedro Simon foi o mais enfático dos que foram à tribuna: 'Tem de sair'. Num discurso duro contra o presidente do Senado, José Sarney, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) foi taxativo: "Tem de sair". Para Simon, Sarney deve deixar a presidência da Casa diante das denúncias de desvios éticos que geraram atos secretos e benefícios a parentes. “Não dá, não dá, não dá”, afirmou. A pressão aumentou depois de o Estado ter noticiado, ontem, que José Adriano Cordeiro Sarney, neto do senador, tem uma empresa que intermedia crédito consignado no Senado. Senadores dos principais partidos se revezaram na tribuna com o mesmo pedido de Simon. O presidente Lula disse que as denúncias têm de ser apuradas e o País não pode parar por causa da crise. Agaciel Maia, pivô de várias denúncias quando ocupava a Direção-Geral do Senado, pediu afastamento por 90 dias. (pags. 1, A4 e A5)
Comentário de Said Dib:
Há 81 senadores. O que o “Estadão” (e o "Globo" também logo acima) chama de “senadores pressionam” não passa do grupelho de cinco golpistas derrotados há quatro meses que se submete a ser pautado pela imprensa amestrada. As vestais grávidas de sempre que sabem que precisam de holofotes para as próximas eleições e que se submetem às estratégias desagregadoras do enxacoco José “Simpson” Serra... Que papelão!

Há 81 senadores. O que o “Estadão” chama de “senadores pressionam” não passa do grupelho de cinco golpistas derrotados há quatro meses. As vestais grávidas de sempre que sabem que precisam de holofotes para as próximas eleições e que se submetem às estratégias desagregadoras do enxacoco José “Simpson” Serra... Que papelão!
JORNAL DO BRASIL
MEDO DA GRIPE TOMA CONTA DAS SALAS DE AULA

Sete turmas da escola de idiomas Cultura Inglesa, em Botafogo, foram dispensadas ontem por causa do medo da gripe suína. O Colégio Santo Inácio já havia suspendido suas aulas na quarta-feira. Sete turmas da escola de idiomas Cultura Inglesa, na Rua São Clemente, em Botafogo, foram dispensadas das aulas ontem. A suspensão (para as turmas de terça e quinta-feira) vai durar uma semana, porque dois alunos do Colégio Santo Inácio, contaminados pelo vírus, frequentavam o curso de inglês. O Santo Inácio suspendeu as aulas dos cerca de 5 mil alunos na quarta-feira. Três funcionários que tiveram contato com os estudantes estão em casa, de quarentena.


Michael Jackson entra para a história como o artista que revolucionou a indústria da música. O autor de Thriller, o disco mais vendido de todos os tempos, morreu de parada cardíaca, antes de iniciar uma série de shows para retomar a carreira (págs. 1, caderno especial e pôster).

VALOR ECONÔMICO
NOS EUA, PERDAS DE PATRIMÔNIO VÃO A US$ 750 BI

Quando foi à lona, em 1º de junho, a montadora americana General Motors acumulava um número impressionante: suas dívidas ultrapassavam seus bens em mais de US$ 90 bilhões. Mas esse rombo espetacular, sem precedentes na história corporativa, não é um caso isolado. Empresas e bancos americanos com ações em bolsa perderam US$ 750 bilhões em patrimônio líquido entre 2007 e 2008, período em que se instalou o que ficou conhecida como a maior crise do capitalismo desde 1929. O lucro líquido no período caiu 70%, ou cerca de US$ 550 bilhões, enquanto o valor de mercado caiu 40%. Levantamento feito pelo Valor com o banco de dados da consultoria Economática e os sites das empresas listou cerca de 1,2 mil companhias, num período que abrange a bolha da internet, os escândalos contábeis e a atual crise de crédito. A agonia de setores como o automobilístico e aéreo é anterior à derrocada do sistema financeiro internacional, mas o aperto de crédito tornou o cenário ainda mais dramático. (págs. 1 e D1)

VEJA TAMBÉM...

ARTIGOS

Câmbio e perda de foco (O Estado de S. Paulo)

Mais uma vez, a presunção parece ser a de que toda empresa tem direito sagrado ao câmbio justo de cada dia. Se não por providência divina, por engenho e arte do governo. Em meio aos queixumes de sempre, boa parte do debate econômico volta a gravitar em torno da apreciação da taxa de câmbio. Perde-se mais uma vez o foco. Em vez de tratar da agenda econômica que verdadeiramente importa, o País se volta para nova e bizantina discussão sobre alquimias que supostamente permitiriam manter o câmbio mais depreciado. Durou pouco a esperança de que os desdobramentos da crise econômico-financeira mundial pudessem afinal ter assegurado a "correção necessária" na taxa de câmbio. Depois de substancial depreciação no último quadrimestre do ano passado, o câmbio voltou a se apreciar. A visão mecanicista dos que defendiam que o problema era mera decorrência do diferencial de taxas de juros vai sendo posta em xeque pela insensibilidade da apreciação cambial à rápida queda da Selic. Mesmo que a taxa básica de juros seja reduzida ainda mais, é bem provável que o câmbio se aprecie um pouco mais, na esteira de influxos de capital que têm mais a ver com oportunidades de investimento e redução do risco Brasil do que com simples diferenciais de taxa de juros.

A legalização do terceiro setor no Brasil (Valor Econômico)

Para o IBGE, as associações e fundações privadas sem fins lucrativos que formam o terceiro setor em nosso país giram em torno de 340 mil entidades. Somando-se a esse número diversas outras organizações informais, de expressiva atuação em todo o território nacional, certamente passaríamos de 500 mil. Nada mal para uma população como a brasileira, muitas vezes tachada de apática e dependente dos serviços prestados pelo governo. É possível sustentar que o terceiro setor seja o resultado da combinação do exercício da cidadania com a efetiva participação dos cidadãos nos assuntos de interesse da sociedade. Embora de reconhecido valor para a sociedade, as entidades do terceiro setor e as atividades de interesse público por elas desenvolvidas em áreas como a saúde, educação, meio ambiente e assistência social encontram-se em uma situação de perigo. É que essas entidades há anos vêm sofrendo desgastes em sua imagem, com seríssimos danos à ética do terceiro setor, maculando a reputação ilibada que deve permear esse segmento, seus dirigentes e colaboradores.

A mulher no islã (Folha de S. Paulo)
Ambiente: conflitos e avanços (Folha de S. Paulo)
Boca no trombone (O Globo)
Difícil arte de ser mulher (Correio Braziliense)
Henrique Galvão, escritor e político (O Estado de S. Paulo)
Infrator ou bandido? (Correio Braziliense)
Lei Antifumo e autoritarismo (Correio Braziliense)
O remédio econômico da China (O Estado de S. Paulo)
Onde estão os solucionadores dos problemas? (Valor Econômico)
Por onde sair da crise urbana (O Estado de S. Paulo)
Publicidade e privacidade (Jornal do Brasil)
Questão de estilo (O Globo)
COLUNAS

600 vagas na polícia federal (O Dia - Concursos & Empregos)

A Polícia Federal conseguiu autorização para abrir concurso público para 600 vagas. O edital tem que ser divulgado até o fim de outubro. São 400 chances para escrivão e 200 para agente, cargos que exigem graduação em qualquer curso e têm vencimento inicial de R$ 7.514,33. Também é preciso ter carteira de motorista, categoria ‘B’. A autorização dada pelo Ministério do Planejamento foi publicada no ‘Diário Oficial’ de ontem. A última seleção para os dois cargos foi organizada pelo Cespe/ UnB. Na ocasião, na primeira etapa, os candidatos responderam a 50 questões de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos. O concurso teve ainda redação, avaliação psicológica, teste de capacidade física e exames médicos. Os candidatos a escrivão também fizeram uma prova prática de digitação. Por fim, os aprovados em todas as etapas passam pelo curso de formação — com duração de aproximadamente quatro meses — ministrado pela Academia Nacional de Polícia.

A passos lentos (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)

Está parado na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados o projeto de lei enviado pelo governo, em maiode 2008, que cria as Funções Comissionadas do Poder Executivo (FCPEs) para postos da alta administração. O objetivo da proposta é valorizar os servidores de carreira, uma vez que as funções só podem ser ocupadas por funcionários efetivos, concursados. As FCPEs foram criadas para substituir parte dos cargos de livre provimento, mais conhecidos por DAS. Só que o projeto tramita lentamente na Câmara, uma vez que o Executivo não pediu regime de urgência. Até agora, a proposta só foi analisada por uma comissão, a de Trabalho. Além de passar pelas demais comissões antes de ir a plenário, o projeto deve tramitar pelo Senado. "É óbvio que não há interesse do governo e dos aliados nesse projeto. E se não há interesse, o projeto não anda", reclama Sergio Ronaldo da Silva, diretor da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), entidade que representa mais da metade do quadro de servidores do Poder Executivo.

Alívio seletivo (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Apatia impera (O Globo - Negócios & CIA)
Decolando e descolando (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Dupla face (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
"Não pode é um país ficar discutindo coisas menores" Presidente Lula, ao comentar a onda de escândalos no Congresso Nacional (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Em greve (Jornal do Brasil)
Em torno dos escândalos (Folha de S. Paulo - Jânio de Freitas)
Fed recua, melhora ajuda e pregão delira (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Fichário (Folha de S. Paulo - Monica Bérgamo)
Fiel da balança (Folha de S. Paulo - Painel)
Furtam, furtaram e haveriam de furtar mais (Valor Econômico - Política)
Inversão de papéis (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Limite de idade (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Livre provimento (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Lula: carioca, aliado e religioso (Jornal do Brasil - Informe JB)
Meio ambiente (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Nervos de aço (O Globo - Panorama Econômico)
O cerco ao Senado e a estabilidade política (Jornal do Brasil - Coisas da Política)
O DEM pula fora (O Globo - Panorama Político)
Ocupação aumenta (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Pela realização de concurso (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Por um fio (O Globo)
Quebraram. Mas ganharam (Folha de S. Paulo - Clóvis Rossi)
Sem tendência, gringo faz só uma "fezinha" (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
Sobra de energia livre volta a subir em abril, afirma setor (Folha de S. Paulo - Mercado Aberto)
STJ mantém decisão (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Superávit zero em 2010 (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Tudo conspira pela apreciação do câmbio (Valor Econômico - Brasil)
Um nome para o PSDB (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Uma onda conservadora na Inglaterra (Valor Econômico)
ECONOMIA


Segmentos industriais que ainda não foram fortemente atingidos pela crise podem vir a ser, embora em 14 de 21 setores muito atingidos a situação tenha parado de piorar e já haja até alguns em recuperação. Um quadro incerto, heterogêneo, com oportunidades, mas basicamente sombrio foi montado para os próximos cinco anos por economistas convidados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para um o painel de debates, nas comemorações, ontem, dos 57 anos da instituição. O ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda Julio Sergio Gomes de Almeida, do Instituto de Estudos de Desenvolvimento Industrial (IEDI) e da Universidade de Campinas (Unicamp), iniciou as apresentações mostrando a diversidade com que os setores da indústria estão reagindo à crise. De 76 subsetores, 32 estão com tendência de aumentar o seu contágio pela crise, 19 estão estáveis, 19 estão com contágio menor e seis estão em recuperação, segundo sondagem com empresários.

Agnelli diz que China não terá tratamento especial (O Estado de S. Paulo)

Em meio a uma das mais duras e longas negociações do preço do minério de ferro, o presidente da Vale, Roger Agnelli, indicou ontem que não pretende dar tratamento diferenciado para a China, maior mercado consumidor do produto brasileiro. Este mês, a companhia acertou com siderúrgicas da Europa, Japão e Coreia do Sul uma queda entre 28,2% e 44% para o preço de fornecimento do insumo em contratos de longo prazo. "Esse é o preço que entendemos ser o benchmark (referência) para quem quiser continuar com contrato de longo prazo", disse. "Já acertamos com a Ásia como um todo, com a Arcelor Mittal, nosso maior cliente, e temos conversado com nossos clientes na China." No primeiro trimestre, a China absorveu 66% do minério de ferro vendido pela companhia brasileira. Segundo Agnelli, a demora na definição de acordos com os clientes chineses é reflexo da mudança no processo de negociação, com o surgimento de propostas como a criação de índices de preços similares aos utilizados nos contratos de diversos metais e do petróleo.

Agnelli reforça benchmark no minério (Valor Econômico)
Agora, governo só vê retomada no fim do ano (O Estado de S. Paulo)
Ainda falta planejamento para maioria dos brasileiros (Valor Econômico)
Ainda restam R$ 13 bi em crédito de 2008/09 (Valor Econômico)
Ajuda a setor de máquinas custará R$ 600 mi (Folha de S. Paulo)
Amyris negocia compra de usina no Centro-Sul (Valor Econômico)
Argentina pode corrigir perdas de brasileiros, diz Chiaradia (Valor Econômico)
Aérea não reduziu folha no Brasil, mas começa a negociar (Valor Econômico)
Banco do Brasil tem impulso da VisaNet (O Estado de S. Paulo)
Barril: Petróleo volta a superar casa dos US$ 70 em Nova York (Folha de S. Paulo)
Bolsa dispara 3,71% e recupera 51 mil pontos (O Globo)
Bovespa sobe 3,71% com Nova York (O Estado de S. Paulo)
Brasil ameaça elevar tarifas contra onda protecionista (Folha de S. Paulo)
Brasileiros devem R$ 426 bi (Correio Braziliense)
China terá de aceitar corte de 28%, diz Agnelli (Folha de S. Paulo)
China terá primeira instituição de crédito (O Estado de S. Paulo)
CNI revisa para baixo previsão para a economia (O Estado de S. Paulo)
CNI: economia do país encolherá 0,4% este ano (O Globo)
Com pouca geração de vagas em maio, desemprego avança para 8,8% (O Globo)
Confiança do consumidor retoma nível de setembro (Valor Econômico)
Confiança do consumidor tem 4º alta em junho (Folha de S. Paulo)
Contas têm o pior déficit desde 1999 (O Globo)
Copa de 2014 no Brasil já garante aumento de receita para a Galwan (Valor Econômico)
Cosan faz compromisso sobre salário (Folha de S. Paulo)
Crédito às empresas ainda está travado (Folha de S. Paulo)
Despesas do governo superaram receitas em maio (Jornal do Brasil)
Eletrobrás descarta ter controle de Belo Monte (Valor Econômico)
Em reunião com Lula, varejista rebate crítica a empresários (Folha de S. Paulo)
Empresas públicas copiam ferramentas da gestão privada (Valor Econômico)
Empresas sugerem mudança lenta (Valor Econômico)
Falta prioridade ao BB , afirma governador do ES (Valor Econômico)
Fed estende prazo de crédito para o Brasil (Folha de S. Paulo)
Fed estende programas de swap (O Estado de S. Paulo)
Funcionários abrem mão de salários para ajudar BA (Valor Econômico)
Fundos de pensão garantem presença no conselho da Oi (Valor Econômico)
Galp informa que primeiro navio com petróleo de Tupi chega a porto paulista (Valor Econômico)
Governo decide IPI na próxima semana (Jornal do Brasil)
Governo deve frear política de redução de impostos (O Estado de S. Paulo)
Governo registra novo déficit em maio (Valor Econômico)
Governo tem 1º maio com déficit em 10 anos (Folha de S. Paulo)
Governo tende a manter a meta da inflação em 4,5% (O Estado de S. Paulo)
Inadimplência atinge nível mais alto desde 2000 (O Estado de S. Paulo)
Inadimplência atinge o maior nível desde 2000 (Valor Econômico)
Inadimplência é a maior desde 1994. No cheque especial, calote vai a 10,8% (O Globo)
Juro recua nos empréstimos, mas "spread" ainda resiste (Folha de S. Paulo)
Justiça iniciou ano com 45 milhões de processos (O Globo)
Liminar suspende multa da Artesp à Triunfo (O Estado de S. Paulo)
Lula comemora acordo com usineiros (O Globo)
Mais pessimista, CNI reduz projeção para o PIB (Valor Econômico)
Meirelles vai disputar o governo de GO (Valor Econômico)
Mercosul discutirá importação de pneus (Valor Econômico)
Montadoras sobrevivem com ajuda estatal (Valor Econômico)
MP do Pará rejeita contra-proposta de frigoríficos (Valor Econômico)
Negociação para retomada da Rodada Doha provoca racha entre emergentes (Valor Econômico)
Números apontam para recuperação do PIB este ano (Jornal do Brasil)
Ofensiva do governo pode mudar o setor (Folha de S. Paulo)
Ouro avança 0,5% com receio de inflação (O Estado de S. Paulo)
Papel do governo será decisivo para recuperação, avaliam economistas (Valor Econômico)
Para Abimaq, pacote vai incluir TJLP menor (Valor Econômico)
Para BCs, ainda é cedo para dizer que a crise passou (O Estado de S. Paulo)
Para IBGE, mercado de trabalho está parado (O Estado de S. Paulo)
Pessoas físicas puxam retomada dos empréstimos (Valor Econômico)
PIB dos EUA dá ânimo a investidores, e Bolsa sobe 3,7% (Folha de S. Paulo)
Presidente Lula minimiza críticas às condições de trabalho nos canaviais (Valor Econômico)
Privatizações são alvo no comício final de Kirchner (O Estado de S. Paulo)
Queda da arrecadação provoca déficit (O Estado de S. Paulo)
Reajuste para servidores deve ser mantido (Folha de S. Paulo)
Recorde, abertura de capital da VisaNet levanta R$ 8,4 bi (Folha de S. Paulo)
POLÍTICA

A Polícia Federal abriu investigação sobre a vasta coleção de e-mails encontrados em poder do executivo Roberto Amaral. São milhares de mensagens em cerca de 10 CDs recolhidos na casa de Amaral durante blitz realizada em 16 de dezembro por ordem judicial. A troca de correspondência aponta para ex-ministros, empresários, lobistas e políticos intensamente empenhados no processo de privatização das teles. Entre 2000 e 2005 Amaral trabalhou como consultor do banqueiro Daniel Dantas, do Grupo Opportunity. O executivo caiu na malha da Operação Satiagraha - investigação da PF sobre suposta ligação de Dantas com crimes financeiros e lavagem de dinheiro. A PF abriu os arquivos de Amaral e identificou o que suspeita ser a pista para casos de tráfico de influência em diferentes níveis de governo. Há citação a um deputado que teria exigido dinheiro do banqueiro. A investigação corre sob sigilo.

Agaciel Maia pede licença de 90 dias para a defesa (Jornal do Brasil)

Dizendo-se vítima de acusações "absurdas e descabidas", o ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia pediu uma licença de 90 dias para preparar sua defesa em um processo disciplinar administrativo que será aberto nos próximos dias. Maia solicitou ainda uma perícia em todos os 633 atos secretos identificados pela comissão de sindicância. A demissão a bem do serviço público, e não apenas a exoneração, vem sendo insistentemente pedida.
– Preciso de tempo para preparar minha defesa a esta avalanche de acusações absurdas e descabidas que estão tentando me imputar, sem arcar ônus da prova, com ilações maldosas em atividades de rotina e sem concederem o básico e elementar direito de defesa – disse. Apesar da licença, o ex-diretor continuará recebendo salários.

Brizola Neto se irrita com veto a dupla indenização (O Globo)
Contas paralelas: Sarney descarta abrir uma sindicância para o caso (Folha de S. Paulo)
Curtas - Dilma (Valor Econômico)
DEM ameaça suspender apoio a peemedebista (O Estado de S. Paulo)
DEM mantém aliança para 2010 a salvo e teme desgaste com crise (Valor Econômico)
Denúncias contra Richa antecipam xadrez eleitoral na disputa de 2010 (Valor Econômico)
Dilma começará a fazer radioterapia (O Globo)
Dilma faz última sessão de quimioterapia e médicos falam em cura (Jornal de Brasília)
Dilma passa pela última sessão de quimioterapia (O Estado de S. Paulo)
Discursos ampliam pressão por renúncia (Jornal do Brasil)
Emendas dividem o governo (Correio Braziliense)
Empresa de neto de Sarney opera crédito consignado no Senado (Folha de S. Paulo)
Ex-bancário é indenizado por demissão em 86 (O Globo)
Exército irá apenas a áreas já vasculhadas no Araguaia (Folha de S. Paulo)
Exército já vasculha região do Araguaia (O Estado de S. Paulo)
Família Sarney emprega mais nove aliados (Folha de S. Paulo)
Governistas apostam no recesso (Correio Braziliense)
Governo reclama de falta de dados sobre bloqueio de conta (Folha de S. Paulo)
Governo vai decidir sobre prorrogação de redução do IPI na semana que vem (Jornal de Brasília)
Heloísa acusa vereadora e é processada (O Estado de S. Paulo)
Heloísa Helena bate, mas leva (O Globo)
Indenização para demissão pós-ditadura (O Globo)
Inteligência da PF renovada (Correio Braziliense)
Jornal terá de pagar R$ 593 mil para juiz (Folha de S. Paulo)
Lula contraria ruralistas em dois itens de MP (O Estado de S. Paulo)
Lula diz desconhecer detalhes de medidas (Valor Econômico)
Lula sanciona MP da Amazônia com um veto (O Globo)
Lula vai à África para tentar ampliar comércio e cooperação (Jornal de Brasília)
Lula veta transferência de terra da Amazônia para empresas (Valor Econômico)
Lula: 'País não pode ficar o mês inteiro discutindo coisas menores' (O Globo)
Minc afirma que, com os vetos, medida é boa (O Globo)
Ministro do STF vê ''relações conflituosas'' (O Estado de S. Paulo)
Ministério Público Federal terá comando interino (Valor Econômico)
MP da Amazônia desagrada lados rivais (Folha de S. Paulo)
Médicos dizem que Dilma está curada de câncer linfático (Folha de S. Paulo)
Nomeados são "qualificados", diz assessoria (Folha de S. Paulo)
Notícia surpreende, mas forró continua (O Estado de S. Paulo)
Nova diretora de Recursos Humanos entrou no Senado em trem da alegria (O Globo)
OAB apura cobrança de taxa por indenização (O Estado de S. Paulo)
Oposição cobra CPI (Correio Braziliense)
Paciente deve aguardar 5 anos para cura total (Folha de S. Paulo)
País não pode parar com crise no Senado, afirma Lula (O Estado de S. Paulo)
Petrobras: executivos com até R$700 mil/ano (O Globo)
PF busca conexões do neto (O Estado de S. Paulo)
PF busca indício de crime no caso do neto de Sarney (O Estado de S. Paulo)
Presidente da Embrapa deve ser definido à revelia do PT (Valor Econômico)
Procurador-geral é elogiado no STF em sua última sessão (Folha de S. Paulo)
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Senador defende neto e se diz vítima de "campanha midiática" (Jornal do Brasil)
Simon pede que Sarney deixe o cargo antes que seja obrigado (O Globo)
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Sob Lula, Petrobras elevou salário da direção (Folha de S. Paulo)
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TSE rejeita recurso para cassar governador (O Estado de S. Paulo)
Um longo caminho até a possível demissão (O Globo)

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